Zombooka 2

Depois de me deliciar com o Flaming Zombooka 1, chegou o Zombook 2.

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Medo.Com

A internet e seus podres profundos. Todos nós sabemos que coisas ruins existem em qualquer lugar. No esporte, no mundo empresarial, na polícia e em qualquer espaço da terra que esteja habitado por humanos.

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Você Sabia?

Nicole Kidman é Dra. Carol Bennel, psiquiatra em Washington, que luta para salvar a vida de seu filho ao descobrir uma invasão de um vírus alienígena.

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Atriz brasileira é sucesso em filme americano

A brasileira Fernanda Andrade está despontando nos cinemas americanos.

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8 de jul de 2011

Roupa para os Mortos


Pia Interlandi cria roupas personalizadas para os mortos. (Foto: William West/AFP)
Pia Interlandi cria roupas personalizadas
para os mortos. (Foto: William West/AFP)
Ao vestir seu avô amado para o funeral, Pia Interlandi, uma jovem estilista australiana, descobriu sua vocação: desenhar roupas personalizadas para os mortos. "Eu estava dando o laço no cadarço de seus sapatos quando me perguntei: mas onde ele vai andar? Não precisa de sapatos. Relembra, tranquilamente, a jovem mulher de 26 anos, vestida de preto. 

Esta experiência levou-a a imaginar "mortalhas", de seda e linho, envolvendo o corpo e a cabeça dos mortos, como forma de, espera ela, oferecer conforto a eles para a última viagem. Quando ela conta que desenha roupas para os mortos, as pessoas imaginam, com frequência, que se trata de tentativas de disfarces exagerados. "Não é nada disto. Levo em consideração as obrigatoriedades de vestimentas destinadas aos que vão ser enterrados", diz.



"As relacionadas ao meio ambiente são fundamentais: não se deve poluir a terra com plásticos. É preciso, também, ter certeza de que o tecido escolhido é belo e conveniente à pessoa morta". Antes de decidir estudar moda, Pia Interlandi trabalhou um tempo com ergoterapia, onde descobriu diferentes tipos de materiais de moldagem, como o plástico usado para cobrir a epiderme de pessoas severamente queimadas. Ela chegou mesmo a fabricar uma roupa com este material. Sua atração pela morte, enquanto um período de transformação, levou-a a trabalhar com fibras biodegradáveis, de aparência sólida mas que se se decompõem junto com o corpo. 

O hábito na Austrália de enterrar as mulheres com belos tailleurs e os homens, com ternos, algumas vezes de chinelos, a deixava pouco a vontade. "A ideia de enterrar alguém com uma roupa confeccionada em poliéster, que vai perdurar, após a decomposição do corpo, me incomodava. No final das contas, você termina como um esqueleto vestido em roupa de poliéster", comenta Pia Interlandi.

Ela realizou longas pesquisas sobre tecidos, chegando até a enterrar 20 cadáveres de porcos vestidos com suas criações, a fim de testar a degradação dos materiais. Depois de um ano, ela os desenterrou, progressivamente, observando o comportamento dos tecidos e do animal. Ela gostaria de expor suas criações, mas sabe das dificuldades para obter autorizações.


Pia Interlandi descobriu sua vocação ao vestir seu avô para os funerais. (Foto: William West/AFP)
Pia Interlandi descobriu sua vocação ao vestir seu avô para o funeral. (Foto: William West/AFP)

FONTE: G1

Um comentário:

# Krika John: disse...

oiee, eu acho que eu ja avisei por email mas nao sei se vocês receberam mas a ghost hunters br mudou de endereço que é agora ghbroficial.blogspot.com

beijos

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