Zombooka 2

Depois de me deliciar com o Flaming Zombooka 1, chegou o Zombook 2.

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Medo.Com

A internet e seus podres profundos. Todos nós sabemos que coisas ruins existem em qualquer lugar. No esporte, no mundo empresarial, na polícia e em qualquer espaço da terra que esteja habitado por humanos.

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Você Sabia?

Nicole Kidman é Dra. Carol Bennel, psiquiatra em Washington, que luta para salvar a vida de seu filho ao descobrir uma invasão de um vírus alienígena.

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Atriz brasileira é sucesso em filme americano

A brasileira Fernanda Andrade está despontando nos cinemas americanos.

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23 de fev de 2011

O Ritual

O Ritual (The Rite - 2011)
Diretor: Michel Hafstrom
Sinopse: Após decisão de ser tornar padre, jovem começa a questionar sua fé até que testemunha fatos que irão, de uma vez por todas, acabar com suas dúvidas.
Distribuidora no Brasil: Warner Bros
Trailer: O Ritual
Site Oficial: O Ritual

Não existe nenhum filme sobre exorcismo melhor que O Exorcista, ok? Se concordarmos neste ponto, podemos continuar a resenha. Aliás, não acredito que tenha alguém que não concorde com a afirmação acima... TEM? Pois bem, desde 1979 é impossível assistir qualquer filme sobre exorcismo e não ficar na expectativa de uma produção tão boa quanto a de Willian Friedkin. 

Em O Ritual, Anthony Hopkins é o Padre Lucas, experiente religioso em exorcismos, tentando mostrar ao cético seminarista Michael Kovak (Colin O’Donoghue), que o demônio é real e está sempre entre nós. Antes de entrar no assunto do filme, é importante destacar dois pontos: O primeiro é a atuação de Hopkins. Não é lá magistral, mas também não compromete. Acontece que Hopkins é Hopkins, é Hannibal Lecter, é ator vencedor do Oscar's em 1991, é a prateleira de cima de Hollywood. Mas que não acrescentou NADA em O Ritual. 

É um desperdício de talento colocar Anthony Hopkins em um filme mediano. O barulho que a mídia fez quando Hopkins anunciou sua participação foi inversamente ao resultado produzido, um apelo comercial sem fundamento. Sim, O Ritual é um filme mediano e nada mais. Outro ponto interessante é a participação da brasileira Alice Braga, que a cada dia vem se firmando no cinema americano. Depois de Eu Sou a Lenda e Predadores, Alice marca presença outra vez, agora como Angelina Vargas, repórter sul-americana que participa de um curso no Vaticano para uma reportagem especial sobre o tema do filme.

O Ritual não é nada demais, não tem nada demais e não terá nada demais em termos de repercussão. Não é um filme de terror, com o objetivo desesperado de assustar. É muito mais dramático ou tenta ser, onde o seminarista Michael Kovak luta para sair de cima do muro; com suas dúvidas em acreditar nos dogmas religiosos ou continuar seguindo seu caminho cético. 

A ligação entre o real e no que acreditar foi muito mal roteirizado e contou com uma atuação fraca de Colin O'Donoghue. Nem mesmo a maquiagem de Hopkins foi algo que sobressaiu nesta produção. Talvez os diálogos entre Kovac e Padre Lucas salvem um pouco. O sarcasmo do padre é capaz de arrancar algumas risadas, como por exemplo, ele atendendo o celular em pleno ritual de exorcismo.  E quando ele faz uma singela homenagem ao clássico de 1979. Ao ser perguntado sobre  o exorcismo que acabou de acontecer, o Padre Lucas responde: "O que você esperava? Cabeças girando? Sopa de ervilha?”, brincando com o clássico de William Friedkin.

O diretor Michel Hafstrom não conseguiu desenvolver tão bem  como fez em 1408, uma adaptação do mestre Stephen King, com John Cusack no papel principal. Contudo, devemos dar crédito, pois Michel tenta, ao máximo, levar a história sem apelar para o clichê hollywoodiano, com muito sangue, sustos com a música alta e efeitos especiais exagerados. O demônio, sempre muito aguardado nesse tipo de filme, dá as caras apenas nos sonhos do jovem seminarista, sem muita pompa ou estardalhaço. 



Não sei se podemos dizer que o filme consegue segurar a trama até o fim, causando expectativa. O confronto final entre as forças malignas e o bem, representado pelo inexpressivo Colin O’Donoghue deixa a desejar, perdendo a oportunidade de fechar por cima uma produção sem muito o que dizer. Mas pelo simples fato do diretor tentar imprimir um ritmo sem apelar para as extravagâncias computadorizadas abre espaço para uma avaliação razoável. 

Contudo, o final é digno de um ensinamento para o sacerdócio, uma derrota para o ateísmo, parece um filme patrocinado pelo Vaticano!

2 comentários:

Rart og Grotesk disse...

é esse filme que eu to doida p/ ver!!

http://artegrotesca.blogspot.com

ebrifestante disse...

Nada se compara a "O Exorcista" . Calafrios ateh hoje...

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