Zombooka 2

Depois de me deliciar com o Flaming Zombooka 1, chegou o Zombook 2.

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Medo.Com

A internet e seus podres profundos. Todos nós sabemos que coisas ruins existem em qualquer lugar. No esporte, no mundo empresarial, na polícia e em qualquer espaço da terra que esteja habitado por humanos.

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Você Sabia?

Nicole Kidman é Dra. Carol Bennel, psiquiatra em Washington, que luta para salvar a vida de seu filho ao descobrir uma invasão de um vírus alienígena.

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Atriz brasileira é sucesso em filme americano

A brasileira Fernanda Andrade está despontando nos cinemas americanos.

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17 de mai de 2010

Um, Dois, Freedy vai te pegar!



Quando o produtor Michael Bay anunciou o remake de um dos grandes sucessos do terror - O Massacre da Serra Elétrica - fãs do mundo inteiro ficaram apreensivos com a notícia. O medo de que o produtor fizesse besteira e manchasse a reputação do filme era notório. Para o alívio dos fãs, a refilmagem ficou muito bacana e a história sangrenta de Leatherface se tornou o melhor filme de terror de 2006, segundo a revista american Fangoria. A partir daí a produtora de Bay, Platinum Dunes, colocou a primeira marcha e resolveu investir em remakes. 



Escolheu contar o início da família Hewitt como segundo projeto. Outra vez Michael Bay acertou e O Massacre da Serra Elétrica - O Início ficou sensacional. Daí eles empolgaram e escorregaram na banana quando trouxeram de volta a casa assombrada de Amityville (Terror em Amityville), e também o carona mais sádico do cinema - John Ryder - em A Morte Pede Carona (The Hitcher - 2008). 

Além desses, a Platinum Dunes produziu o fraco Alma Perdida (Unborn - 2009) e tentou ressucitar o fantástico Jason Voorhees em Sexta Feira 13 - 2009 (Friday The 13st - 2009). Sim, tentou e fracassou, pois não ficou muito bom não!

Mesmo depois de seus últimos fiascos, poderíamos esperar algo bacana na versão contemporânea de A Hora do Pesadelo, devido aos bons filmes com a história de Leatherface. Ainda assim havia o temor, bastava assistir o remake de Sexta Feira 13 para entender o medo. 


O resultado? Não foi o que chamaríamos de "NOSSA, QUE MARAVILHA", mas Freddy Krueger ficou muito bacana, não PERFEITO, mas muito bom. Depois de mais de 10 anos sendo interpretado por Robert Englund, a escolha de Jackie Earle Haley (Watchman) foi perfeita. Com seu vozeirão e uma interpretação acima da média, o veterano ator de 46 anos trouxe de volta o mais terrível pesadelo dos cinemas. A concepção do personagem foi QUASE fiel ao original, com seu chapéu de boiadeiro e sua camisa rubro-negra. 

Você deve estar se perguntando: Mas como assim quase? Explico mais pra frente. Para quem não conhece a história de Freddy Krueger, o personagem foi criado por Wes Craven, o mesmo criador da franquia Pânico e dezenas de outras produções históricas como A Quadrilha de Sádicos e Aniversário Macabro.

Adolescentes de Springwood são atormentados durante seus sonhos por um homem misterioso e cruel. Para evitá-lo, eles fazem de tudo para não dormir, já que os ataques acontecem durante os sonhos e se tornam reais, inclusive os ferimentos e as mortes. 

A Hora do Pesadelo nunca me assustou, mas sempre achei um filme tenso, onde temos um vilão que ataca a única fraqueza que o ser humano não tem como evitar: o sono. Se é que podemos chamar o sono de fraqueza. E se nos anos 80 a pedofilia ainda não chocava tanto, os atuais fatos nos fazem ter ainda mais ódio de Freddy Krueger. Na nova versão, ao contrário da original, a idéia foi mais assustar do que de promover o medo. Fiquem tranquilos, sem chances de ficar impressionado e sonhar com Freddy depois da sessão. Mas podem preparar os pulos da cadeira, eles veem aos montes.

Apesar das críticas ao diretor Samuel Bayer, que nunca tinha feito algo fora dos vídeo-clipes musicais, achei que ele foi muito feliz para o seu primeiro trabalho. Contudo, Bayer pecou em alguns aspectos. Um take difícil de engolir é quando um dos personagens mesmo se esforçando para não dormir e evitar Freddy, consegue cochilar em
pleno treino de natação. 

Sabemos que contra o sono é difícil lutar, mas dormir nadando dentro de uma piscina é dose. E voltando para Freddy Krueger, senti falta do sarcasmo característico do personagem. Jackie Early se limitou a produzir um Freddy apenas medonho. 

Talvez tenha sido proposital, para evitar uma possível comparação com Robert Englund e iniciar um novo direcionamento do personagem. Acontece que isso pode ser fatal e acabar transformando Freddy Krueger em apenas mais um assassino violento do cinema. Jason Voorhees é um bom exemplo. Ele é forte, estúpido e como não fala uma palavra, sua característica é matar ferozmente com seu facão. Já o Freddy Krueger original brinca com a vítima, dá risada, faz piadas com as situações, entre outros traços, que foi deixado de lado nesta nova versão. 

Resta saber se foi intencional ou uma falha do roteiro. Apesar disso, o remake tem cenas bacanas como a morte da Kris (Katie Cassidy) e quando Nancy (Rooney Mara) tenta fugir de Freddy, caindo em um poço de sangue até o pescoço. Apesar dos pesares, A Hora do Pesadelo ficou de razoável pra bom e vale o ingresso.
















Confira aqui uma entrevista da atriz Rooney Mara, Thomas Dekker e Kyle Gallner para o site Omelete.

A Hora do Pesadelo (A Nightmare On Elm Street - 2010)
Direção: Samuel Bayer
Produção: Michael Bay
Elenco: Katie Cassidy, Thomas Dekker, Kellan Lutz, Jackie Earle Haley, Kyle Gallner, Rooney Mara.
Sinopse: Jovens da cidade de Springwood tem terríveis pesadelos com um homem de chapéu e lâminas nas mãos. Quem é ele? Freddy Krueger, aquele que transforma seus sonhos em pesadelos...Reais!
Site Oficial: A Hora do Pesadelo

Um comentário:

Anônimo disse...

apesar disso o remake nao me agradou muito nao poucas mortes e o anterior dava mais medo

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